6. Os primeiros tempos da democracia grega

A civilização grega floresceu no atual território da Europa, ao sul da Península Balcânica. A região era chamada por seus habitantes de Hélade, o que explica o fato de os gregos serem conhecidos como helenos. Era dispersa em três regiões: a Grécia Continental, cujo interior é repleto de montanhas e outros acidentes geográficos, com costa litorânea bastante recortada; a Grécia Peninsular, que abarca a Península do Peloponeso; e a Grécia Insular, correspondente às ilhas dos mares Egeu e Jônio. Apesar de língua, religião e costumes em comum, os gregos nunca tiveram uma unificação política: a Grécia Antiga não era um país, mas um conjunto de populações politicamente independentes.
O espaço condicionou a maneira como os homens e mulheres buscaram a sobrevivência. O fato de ser um território montanhoso colocava a disponibilidade de terras férteis para um número limitado de famílias. Desse modo, os gregos tiveram de explorar o mar e partir para a navegação e a colonização de outros territórios à medida que sua população foi aumentando. Isto levou a um aperfeiçoamento na técnica náutica e também à necessidade de força física, a qual foi suprida pela escravidão. Mas isso foi um processo bastante lento e que envolveu dois momentos da história dos gregos, o período da Grécia Creto-Micênica e o período de surgimento das pólis. Nesses dois períodos ocorreu o início da complexidade de organização social e o apogeu da cultura política, respectivamente. Vejamos a seguir os detalhes.

Grécia Creto-Micênica 
Neste período, as ilhas do Mar Mediterrâneo banhadas pelo mar Egeu receberam migração de povos indo-europeus que levaram à formação de duas sociedades: a minoica (cretense) e a micênica. A primeira localizou-se na Ilha de Creta, aproximadamente entre 2900 a.C. e 2000 a.C.. Seu nome deriva de Minos, rei de Creta que remete à lenda do Minotauro. Tratou-se de uma sociedade de comerciantes, que exerceu o domínio dos mares, e governou por meio da talassocracia (do grego: talassos = mar; cracia = forma de governo).
Uma grande contribuição cultural de Creta foi a escrita, utilizada principalmente para a contabilidade e a administração do governo local. Encontrada em placas de barro, a escrita foi classificada em dois ramos: linear A (ainda não decifrada) e linear B. 
Migrações oriundas do continente asiático dominaram os minoicos por volta de 1200 a.C., provocando um colapso nas organizações econômica e política e a decadência das ilhas em relação ao continente.
A sociedade micênica foi, antes de tudo, uma sociedade guerreira, dividida em vários pequenos estados burocráticos, com aristocracia militar, artesanato de alto nível, intenso comércio exterior de produtos necessários (metais) e artigos de luxo, que entrou em colapso com a invasão dos dórios, povo indo-europeu cuja chegada corresponde à segunda onda migratória que ocupou o continente. Eles conquistaram toda a Grécia devido à superioridade militar.
O episódio ocasionou uma mudança geral em toda a região, derrubando a estrutura micênica de organização de palácios. A escrita também desapareceu. Muitos gregos, fugindo dos ataques, migraram em direção a outras partes do Mar Egeu. A invasão isolou socialmente as comunidades existentes, dando fim da sociedade micênica e propiciando o início do período homérico.

Período homérico 
O período homérico também é chamado de Idade Escura, devido à escassez de fontes primárias. Suas raras fontes são os poemas épicos Ilíada (narrando os feitos da Guerra de Troia) e Odisseia (contando a história do longo e turbulento regresso de Odisseu — também chamado Ulisses —, um dos heróis de Troia), ambos atribuídos a Homero, cuja autoria, entretanto, não é comprovada. Ao analisar esses poemas, juntamente, com resquícios arqueológicos, estudiosos delinearam algumas características básicas da organização do período homérico, como a estrutura gentílica, que era a organização em comunidades pequenas e independentes que sobreviveram ao caos da invasão dos dórios. Esse núcleo básico da organização social chamava-se genos, e era composto por indivíduos interligados por laços de nascimento e/ou religiosos (um regime de clãs), chefiado pelo pater familias (o patriarca). 
A propriedade da terra de tais comunidades pertencia a todos (regime comunal primitivo) e a economia rural (agrícola e pastoril) era meramente de subsistência, não visando ao comércio, ainda pouco desenvolvido. Acredita-se que a desintegração da comunidade gentílica decorreu do descompasso entre o significativo crescimento populacional e a produção de alimentos — que, somada à escassez de terras férteis, não foi suficiente para atender à demanda —, desencadeando conflitos. Pouco a pouco, as melhores terras foram convertidas em propriedade privada: o que antes era coletivo passou a pertencer a apenas uma família. Lentamente, destacou-se uma aristocracia de nascimento, cujo poder se baseava na propriedade da terra, e isso propiciou o fim do regime gentílico.

Período arcaico
O período arcaico correspondeu à transição entre as comunidades autônomas e diminutas — os genos — para as novas instituições políticas, com mais referências de autoridade: as pólis, cidades-estado gregas. A ascensão do domínio político-econômico de uma oligarquia (um grupo restrito de indivíduos que concentrava o poder e detinha as melhores terras) levou ao reforço dos eupátridas (“bem-nascidos”). 
A fim de destacarem-se entre si, os eupátridas iniciaram uma diferenciação por meio da associação de suas famílias com um antepassado do panteão de deuses ou de heróis, a fim de legitimar sua superioridade.
Colonização grega e formação da Magna Grécia 
A população em piores condições econômicas, devido à concentração de terras nas mãos dos oligarcas, migrou para a Península Itálica, estabelecendo colônias gregas na região. Fundava-se, assim, a Magna Grécia, região em que os gregos desenvolveram o comércio marítimo, cujas bases comerciais abrangiam uma longa faixa do Mediterrâneo. 

Formação da Pólis Esparta 
A cidade-Estado de Esparta, situada na região grega do Peloponeso, foi fundada pelos dórios após invadirem e dominarem a população local. 
Esta cidade-Estado grega desenvolveu leis baseadas numa lenda, na qual o legislador Licurgo teria recebido instruções do deus Apolo para elaborar o código — o que demonstra a importância das leis para os espartanos, embora não fossem escritas: eram os próprios deuses que cuidavam do cotidiano dos homens. 
A economia da cidade era regulada pela prática da agricultura, em uma grande área de cultivo, que garantia a autossuficiência no abastecimento agrícola. 
A sociedade e a educação dos cidadãos eram voltadas exclusivamente para a guerra. Tanto que as atividades econômicas cabiam a outras camadas sociais (periecos e hilotas), estando os cidadãos (esparciatas) exclusivamente encarregados das atividades militares — algo que denota o papel do estado espartano em regular a vida familiar dos cidadãos.
As camadas sociais de Esparta obedeciam à tendência comum das cidades-estado gregas de divisão em três camadas: cidadãos (homens livres, com direitos políticos); camada intermediária (homens livres, porém subordinados a outros, com direitos políticos restritos); camada subordinada, composta pela maioria da população (homens sem liberdade e controlados por outros, sem direitos políticos).
● Esparciatas ou homoi ou pares: não eram muito numerosos. Cidadãos de vida militarizada e com plenos direitos, educados para a guerra.
● Periecos: eram pequenos proprietários de terra ou pequenos comerciantes. Participavam do exército, mas em posições subalternas. Apesar de livres, não tinham direitos políticos.
● Hilotas: eram escravizados pertencentes à cidade de Esparta. Sua origem está relacionada às conquistas de regiões vizinhas, cujos habitantes perderam suas terras e sua liberdade. A função dos hilotas era trabalhar nas terras dos esparciatas, repassando-lhes grande parte de sua produção. Não tinham quaisquer direitos, mas constantemente se rebelavam.

Formação da Pólis Atenas
Atenas fazia parte da região da Ática, leste da Grécia, banhada pelo Mar Egeu. Abrigava planícies férteis, montanhas e um litoral propício para o desenvolvimento de atividades náuticas. Foi a maior cidade-Estado grega em extensão territorial. Foi ocupada por vários povos: aqueus, depois, eólios e jônios, e surgiu a partir da unificação dos genos. Nessa cidade-estado o governo era dividido em assembleias, conselhos e magistraturas, com diversidade na composição e na ocupação de cargos. Os cidadãos, embora fossem minoria no conjunto da sociedade (estrangeiros, pessoas escravizadas e mulheres não possuíam cidadania), eram soberanos em suas decisões por meio desses órgãos.
● Eupátridas: eram os cidadãos, com direitos políticos plenos, proprietários das melhores terras para cultivo de cereais por meio da força de trabalho de escravizados por dívidas ou por conquista;
● Georgói: homens livres que trabalhavam no campo. Tinham direitos políticos. 
● Demiurgói: homens livres artesãos que também eram cidadãos com direitos políticos;
● Metecos: estrangeiros, sem direitos políticos
● Escravizados: escravizados devido a dívidas contraídas e não pagas, que eram salvaguardadas com a vida ou eram algum povo conquistado. Não tinham direito político. Poderiam comprar a liberdade. 
 Quando existia uma tensão social, os atenienses recorriam a legisladores. Eles procuravam resolver os problemas por meio de um código de leis que, inicialmente, seguiam a influência de preceitos religiosos. Em 621 a.C., Drácon registrou por escrito as leis, até então transmitidas oralmente. Foi a primeira tentativa de impor uma lei comum aos costumes familiares. Seu código versava sobre o homicídio e tinha o intuito de acabar com as vinganças privadas decorrentes dos conflitos entre as famílias de eupátridas. Em 592-591 a.C., o legislador Sólon aboliu a escravidão por dívidas, criou um código de leis por escrito que substituiu o de Drácon, estabelecendo uma justiça comum a todos da cidade-estado. Isto estabilizou a camada dominante pois, regulou a participação política dos atenienses conforme seus rendimentos, com a criação de um sistema censitário. As reformas de Sólon acabaram com a dependência dos camponeses em relação aos nobres e propiciaram um código de leis comum, reconfigurando as relações sociais ao conferir direitos e deveres a todos.
 
Período clássico 
O período clássico testemunhou o apogeu da cidade-estado grega — a pólis — enquanto modelo político, cujo destaque era a Atenas democrática de Péricles, econômica e culturalmente rica. Mas também foi o período das Guerras Médicas ou Pérsicas e da Guerra do Peloponeso. 
Guerras Médicas ou Pérsicas (490-479 a.C.)
Enquanto a democracia ateniense se fortalecia, a principal força fora do mundo grego eram os persas, cujos territórios formavam um grande império na Ásia. Sua política de expansão objetivava conquistar as terras gregas para ter acesso a rotas comerciais estratégicas do Mediterrâneo. Assim, por volta de 490 a.C, os persas avançaram pela Ásia Menor comandados por Dario. 
Apesar da fragmentação política, a ameaça externa fez com que os gregos se unissem em uma confederação liderada por Atenas, a Liga de Delos. O avanço persa foi grande e os gregos tiveram uma primeira vitória na Batalha de Maratona; contudo, o sucessor no comando das tropas persas, Xerxes, prosseguiu em investidas marítimas exigindo da liderança ateniense – Temístocles – uma intensa canalização de forças nas batalhas navais. Depois do triunfo grego em Termópilas e em Salamina os persas finalmente sucumbiram. Estava disposto o cenário para a prevalência de Atenas no mundo grego. 
 
Democracia em Atenas 
Por meio das instituições do Arcontado, do Areópago, da Bulé e da Eclésia, os atenienses geriram a boa reputação que conquistaram durante a guerra com os inimigos externos e construíram uma prática política interna complexa.
Os arcontes eram magistrados eleitos, inicialmente entre os aristocratas, para cargos vitalícios que, depois, converteram-se para um período de dez anos e, por fim, para um ano. Eram auxiliados pelo Areópago, que era um conselho regulador dos arcontes, composto por membros permanentes de ex-arcontes. As decisões cruciais do destino da cidade eram discutidas nessa esfera institucional. A Bulé também era chamada de Conselho dos 500, porque eram sorteados 50 cidadãos de cada um dos dez demos para votarem em alguns pontos da pauta política. Na Eclésia, ou assembleia popular, cerca de seis mil cidadãos reuniam-se para eleger magistraturas e fiscalizar a atuação política. Todos esses órgãos geriam a democracia em Atenas. 
O século V a.C. representou o auge de Atenas no mundo grego, quando a força econômico-militar e o esplendor cultural se fundiram. Nessa época, houve maior equilíbrio entre as camadas sociais da pólis, governada por Péricles entre 461 a.C. e 429 a.C., de modo que a historiografia a nomeou de Idade de Ouro ou Século de Péricles. 
É interessante notar que a democracia ateniense dependeu da manutenção da política repressora da pólis, mesclando dominação nos planos interno (a escravidão era a mão de obra local) e externo (o imperialismo ante as demais cidades-estado gregas).
Após o triunfo grego sobre os persas nas Guerras Médicas, cresceu imensamente o prestígio de Atenas, que predominou na Liga de Delos, interferindo na política de outras pólis. Exemplo dessa hegemonia foi o destino dado ao tesouro de Delos, fundo de riquezas para suprir os gastos militares das Guerras Médicas, utilizado para construir obras de embelezamento de Atenas. A cidade foi ornamentada por Péricles a partir de 450 a.C. com obras como o Parthenon, templo dedicado à deusa Atena.
 
Guerra do Peloponeso
O protagonismo de Atenas provocou insatisfação entre as demais cidades gregas. A projeção de Atenas era devido ao intenso comércio e a cobrança de tributos das cidades dominadas. Em 431 a.C Esparta tentou se opor ao expansionismo ateniense e ocasionou a Guerra do Peloponeso. 
Esparta liderou um conjunto de cidades gregas descontentes, compondo a Confederação ou Liga do Peloponeso. O conflito foi marcado por dez anos de equilíbrio, não havendo grande vantagem de um lado sobre o outro. Entre 421 a.C. e 414 a.C. houve uma trégua. Recomeçada a guerra, Esparta venceu em 404 a.C., decretando a queda definitiva de Atenas, que nunca reviveu o apogeu do período de Péricles. 
A Guerra do Peloponeso representou a derrocada ateniense e do próprio regime democrático, calcado na pólis grega. Esparta, então, conquistou a hegemonia no contexto grego, mas pouco tempo depois perdeu o posto para Tebas. 
 
Período helenístico 
Entre os séculos IV a.C. e II a.C., os macedônicos exerceram domínio sobre a Grécia e expandiram-se para o Oriente. Helênico é um termo relativo ao mundo grego; por sua vez, helenístico diz respeito à difusão da cultura grega para outras regiões além da Grécia, devido a expansão do Império Macedônico. 
Felipe II, rei da Macedônia, conquistou a Grécia por volta de 338 a.C.. Assassinado após uma conspiração, seu filho, Alexandre, o Grande, assumiu o trono com apenas 19 anos e se tornou um dos maiores conquistadores da Antiguidade. A habilidade de Alexandre em conquistar e manter as tradições culturais dos povos que submetia, muitas vezes por meio de casamentos que ele mesmo realizava e era seguido por seus generais, levou a uma estabilidade do processo de expansão sem precedentes, pois os povos dominados não se sentiam ameaçados em perder sua identidade cultural e não se rebelavam com a frequência necessária para o desmantelamento da unidade macedônica.
Acompanhe no mapa a seguir os territórios conquistados pelos macedônicos devido aos espetaculares sucessos militares de Alexandre:
A morte de Alexandre, em 323 a.C., e a ausência de um sucessor ocasionaram a divisão do império entre seus generais, formando os reinos helenísticos. A tentativa de reunificação foi permeada por conflitos que enfraqueceram os reinos e facilitaram a conquista de suas terras pelos romanos.
 
Cultura helenística 
A cultura helenística foi o reflexo da fusão da cultura grega com a cultura dos povos orientais dominados pelos macedônicos e que pode ser percebida na elaboração e na difusão das filosofias helenísticas (338-146 a.C.), como o epicurismo, o estoicismo e o ceticismo.
 
Legado grego
O maior legado grego foi a origem e o desenvolvimento do pensamento racional, explicitado na transição do mythos ao logos. Logo que existiram condições políticas no século VI a.C., no Período Arcaico, ocasionando uma mudança que estabeleceu a passagem de uma comunidade cívica para uma comunidade de iguais, na qual o poder de decisão e os deveres de cada um, devidamente estabelecidos, têm na ágora (espaço público) seu palco, os homens passaram a exercer uma forma de individualidade e participação no destino da pólis que afastou o pensamento mitológico e promoveu a ascensão da filosofia. Esta teve início na Jônia, por volta de 600 a.C, com os “físicos” que se dedicavam ao estudo da natureza (em grego, physis).
Mesmo após o florescimento da filosofia, a religiosidade manteve-se pelas festividades, cerimônias políticas e guerras, pois sedimentava explicações simbólicas da realidade. A religião grega era politeísta e antropomórfica, portanto composta por vários deuses com semelhanças físicas e psicológicas em relação aos seres humanos. As principais divindades gregas eram Zeus, Poseidon, Hera, Apolo, Dionísio e Atena.
Acompanhando a religiosidade, histórias populares, presentes na tradição oral, que continham ensinamentos morais, se destacam por meio do teatro, em peças de Eurípedes, Sófocles, Ésquilo e outros dramaturgos gregos.
Na escrita da história também temos uma herança grega, visto que foram os gregos os primeiros a elaborar uma concepção de registro com método. Baseados no relato oral, Heródoto, Tucídides e Xenofonte legaram-nos uma série de escritos.
Na arquitetura também temos inspirações dos gregos. Os elementos geométricos e os capitéis das colunas gregas destacam-se entre as características mais conhecidas. Abaixo, perceba os tipos de colunas adornadas que os gregos empregavam em suas construções.
A escravidão e a democracia ateniense
​A importância da escravidão foi significativa de tal modo que os autores marxistas consideravam a Roma e a Grécia sociedades com modos de produção bem definidos, uma vez que essas sociedades vivenciaram o modo de produção escravista de maneira dominante e absoluta. Não haveria ciências gregas, artes gregas ou o Estado grego se não houvesse a escravidão. Não haveria o Império Romano e a base do helenismo se não houvesse a escravidão. Por fim, sem ela, não haveria o mundo moderno tal qual conhecemos hoje.
Já a democracia, por sua vez, é considerada a maior contribuição dos gregos para o nosso mundo moderno. No entanto, para alguns críticos, é estranho que Atenas falasse em democracia quando as mulheres, as crianças e os escravos não possuíam nenhum direito político. Assim, é necessário considerar a questão sob o ponto de vista daquela época, de modo que não podemos julgar a democracia grega com base em nossos conceitos modernos.
A democracia possui três conceitos básicos:
Igualdade política: para um Estado ser democrático, a lei deve ser a mesma para todos (isonomia), a participação nos negócios deve ser a mesma para todos (isegoria) e a participação no poder também (isocracia).
Igualdade social: nesse conceito, entende-se que todos os cidadãos podem participar da vida pública, mesmo os mais pobres.
Governo do povo: os cidadãos tem o dever de participar de todos os assuntos da cidade.
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